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Breve Resumo Doutrinário...
Observação:
Lamentamos, que por
desconhecimento, ou outra qualquer razão, o Espiritismo seja muitas vezes
tratado de forma incorrecta, ou até confundido com práticas ou
rituais que nada têm a ver com a Doutrina Espírita. Esta situação começa a ser
frequente em alguns meios de comunicação ou até mesmo por pessoas
evidenciando responsabilidades intelectuais. Esperamos que este cenário mude e que todas as ideologias possam
coabitar fraternalmente. Até lá, pedimos aos que desconhecem o Espiritismo,
e que sobre ele desejem emitir as suas opiniões, primeiro estudem para saber do que vão
falar, é uma questão de ética...
Chamamos a sua atenção para o facto de haver certos canais de TV por cabo ou
satélite que noticiam locais de culto denominados de "centro de ajuda
espiritual", esses locais
não são Centros Espíritas.

Toda a prática espírita é
gratuita, como orienta o principio moral do Evangelho:
"Dai de graça o que de graça recebeste."
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"Nascer, morrer, renascer ainda e progredir
sempre, tal é a lei."
"Fé inabalável só o é a que pode encarar frente a
frente a razão,
em todas as épocas da Humanidade"
"Fora da Caridade não há salvação"
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O que é o
Espiritismo
A Doutrina
Espírita, nasceu em meados do século XIX, pela mão de
Allan Kardec, professor francês de
qualidades intelectuais e morais, irrepreensíveis. De notar, que Allan Kardec, inicialmente não acreditava na comunicação dos
espíritos; foi o estudo sério e rigoroso, foi a sua vertente
científica que o levou a mudar de opinião, tornando-se dessa
forma o codificador da Doutrina Espírita.
O espiritismo é
uma ciência filosófica de consequências morais. Como ciência,
investiga os factos espíritas. Como filosofia explica-os. Como
ética dá-nos um roteiro moral para a vida, apoiada no Evangelho
de Jesus.
Assim podemos
definir Espiritismo, como sendo a ciência que estuda a origem,
natureza e destino dos espíritos, bem como as relações
existentes entre o mundo espiritual e o mundo corpóreo.
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Pontos
Básicos, definidos pelo Espiritismo:
Existência de Deus
Imortalidade do Espírito
Comunicabilidade dos
Espíritos
Reencarnação
Pluralidade dos Mundos
habitados
Lei de Causa e Efeito (Justiça Divina)
A Doutrina Espírita não impõe os seu princípios,
respeita todas as religiões, valoriza todos os esforços para a
prática do bem e trabalha pela confraternização e pela paz entre todos os
povos e entre todos os homens, independentemente de sua raça, cor,
nacionalidade, crença, nível cultural ou social.
Reconhece, ainda, que
"o
verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de
caridade, na sua maior pureza".
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Mediunidade e
Espiritismo
Não confundir
espírita (adepto do
espiritismo) com médium
(pessoa que tem capacidade de comunicar com o mundo dos
espíritos).
Da mesma forma
não confundir espiritismo
(doutrina de tríplice aspecto: ciência, filosofia e moral)
com mediunismo (mera prática
mediúnica). Um médium pode ser espírita ou não
(ex. ateu, católico, protestante,
etc). Um espírita pode ter ou não, mediunidade.
A Mediunidade é
uma predisposição orgânica, podendo manifestar-se de forma mais
ou menos ostensiva.
Prática mediúnica espírita,
só é aquela que é exercida com base nos princípios da
Doutrina Espírita e dentro da moral cristã. |
A
doutrina espírita, ou espiritismo, baseia-se em factos e não foi criação
de um homem: é resultado de muitos anos de estudo metódico. A Doutrina
Espírita, pode ajudar o ser, a encontrar-se consigo mesmo e a perceber a
causa das suas aflições; não salva, mas mostra o caminho que cada um deve
percorrer, se tiver intenção de se salvar.
Estudar
a doutrina espírita, implica o estudo dos cincos livros que compõem o "Pentateuco
Espírita"
Pode fazer o download
gratuito desde a
Biblioteca Virtual
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O
não da doutrina Espírita:
Não é dogmática.
Não promete, nem faz milagres.
A Doutrina Espírita não adopta
rituais, nem usa paramentos.
No Espiritismo não há lugar ao
pagamento de qualquer valor, dízimo ou outros afins...
Não usa talismãs, cartomancia, velas,
búzios, imagens, em suma não utiliza qualquer tipo de objectos.
Os charlatães utilizam
abusivamente o epíteto de espírita para obterem a respeitabilidade que
não possuem.
Os espíritas não colocam
anúncios nos jornais, publicitando seus dotes e prometendo a resolução dos
problemas.
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